sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Fortaleza de Volrath


A Fortaleza de Volrath foi a sede central do poder de cada Evincar de Rath. Localizava-se dentro de um vulcão, acima da Cidade dos Traidores. Poderia ser alcançado através dos Fossos da Morte, da Fornalha de Rath e dos Jardins de Volrath.

Esta construção serviu a um propósito duplo: em primeiro lugar, como a base militar principal dos phyrexianos em Rath; e, em segundo lugar, como o centro de produção de rochafluente, o metal nano-robótico que era essencial para a edificação da massa de Rath afim de permitir a Sobreposição em Dominária. Para o povo que lá vivia, a Fortaleza era um símbolo de sua opressão e da vontade de ferro de seus senhores.

Dividida em diferentes áreas, ela continha um porto para o Predador, habitações para o grande contingente de tropas Mogg, quartos para seus soldados humanos, aposentos privados para o Evincar, tais como os Salões Oníricos e a sala do mapa, o núcleo do reator que constantemente derramava rochafluente, a Ponte Traiçoeira, uma rede de câmaras de tortura e laboratórios onde os prisioneiros foram vítimas de experimentos e transformodas em monstruosidades. A cratera sob a Fortaleza alojava a Cidade dos Traidores, e foi o lar das civilizações il-Kor, il-Vec e il-Dal.

Quando a fase final da Invasão Phyrexiana à Dominária estava quase completa, a Fortaleza foi palco da prisão da capitã Sisay e de outros heróis posteriores. Embora eles acabaram sendo libertados, a equipe da Nau dos Bons Ventos perdeu Mirri, Ertai e Crovax, sofreu graves avarias e deixaram Karn, Tahngarth e Sisay profundamente afetado por suas experiências lá. Apesar de várias incursões das forças rebeldes liderados por Eladamri e Lin Sivvi, o desaparecimento do Evincar Volrath, a disputa subseqüentes sobre o seu sucessor e as tentativas de sabotagem do reator por Belbe, ainda assim a Fortaleza permaneceu firmemente como centro de controle de Rath até a sua Sobreposição com Dominária.

Após a Sobreposição, a Fortaleza foi colocado de forma precária dentro de um vulcão adormecido em Urborg. O número de tropas posicionadas dentro dela reforçaram as tropas phryrexianas que já se encontravam lá antes e permitiu à Phyrexia ganhar uma posição dominante na região, servindo como sede de comando central. Foi necessária uma combinação de Metathrans, Keldonianos, elfos, diversas criaturas de Yavimaya e as forças de Talruum para sitiar sucesso tal base.

A Fortaleza foi finalmente destruída pela tribo dos Anões de Pedra, sob a liderança de Nadeen Normet, que usaram sua magia para fazer com que o vulcão anteriormente adormecido entrasse em erupção e consumisse a Fortaleza com sua lava. No entanto, o propósito final da Fortaleza já tinha sido alcançado: o portal planar dentro de sua sala do trono havia permitido que Yawgmoth pessoalmente entrasse em Dominária.

Como curiosidade, eis um mapa feito da Fortaleza elaborado para a novela Nêmesis por Paul B. Thompson:


Após a Invasão, a partir das ruínas da Fortaleza emergiu o Rei Tecelão, uma criatura sombria outrora humana que passou os próximos 300 anos depois da Invasão Phyrexiana criando uma vasta teia de fios mentais entre os habitantes de Urborg, afim de manipular pessoas e eventos para seu próprio entretenimento.


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