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terça-feira, 10 de março de 2015

Óleo Phyrexiano


O Óleo Phyrexiano, também chamado de Óleo Brilhante, é uma substância viral projetado pelos phyrexianos para espalhar a corrupção onde quer que esteja. É uma forma de contágio e, ao mesmo tempo, um meio de colonização, além de ser usado para modificar as criaturas vivas e transformá-las em aberrações biomecânicas.
 
A erradicação do óleo phyrexiano é uma tarefa muito complicada por causa da natureza mutável, que carrega a semente da corrupção em cada gota. Não é apenas o fator medonho de transformar qualquer vitória no campo de batalha em uma terrível massa corrompida com consciência, pois também é como se a crueldade de Phyrexia fosse grande demais para ser concebida por cérebros inocentes. As sociedades simplesmente nunca antecipam o seu grau de perigo. Afinal, que tipo de força macabra poderia ameaçar ou sequer modificar ecossistemas inteiros? Assim, é comum pensar que nada pode suplantar toda a vida de um mundo com sua própria versão distorcida. De fato, é bastante assombroso acreditar que alguma civilização possa ser fundada sobre a idéia de que a perfeição se encontra na síntese do tecido necrosado e do metal manchado de óleo.
 
Durante a Invasão Phyrexiana de Dominária, alguns planinautas aliados de Urza devastaram o plano de Phyrexia. No entanto, o óleo garantiu sua sobrevivência. Tudo que era preciso era de um novo mundo para acomodá-lo, um organismo hospedeiro para infectar e, então, Phyrexia ascenderia novamente.
 
Posteriormente, Karn involuntariamente introduziu o óleo phyrexiano em seu próprio mundo. Durante o passar dos séculos, o óleo assumiu o controle de Mirrodin, mudando tudo no plano lentamente, bem como seus habitantes também. O primeiro a ser infectado foi o próprio Guardião de Mirrodin, que se tornou instável, passou a ter consciência e a se autodenominar Memnarca. Com o passar do tempo, ele tornou-se paranóico e enfurecido, sentindo-se abandonado pelo seu criador.
 
Mesmo quando Karn retornou para Mirrodin e eliminou o Memnarca, o óleo phyrexiano continuou existindo. À medida que os mirranianos reconstruíam seu mundo após a queda do Memnarca, secretamente novas máquinas phyrexianas surgiam e estabeleciam pequenas civilizações ocultas que evoluíram através das cinco cores de mana. Em determinado momento, estas Facções se revelaram, dando início a uma guerra pelo domínio de Mirrodin. Vitoriosas, elas assumiram o controle daquele mundo metálico e o rebatizaram como Nova Phyrexia.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Prisão de Âmbar


A Prisão de Âmbar é um artefato em que o feiticeiro Kaervek trancafiou Mangara para, em seguida, escondê-lo na Flores Mwonvuli. Com seu inimigo fora de combate, Kaervek uniu seu exército ao de Jolrael e assim se iniciaram os ataques aos reinos de Jamura, em Dominária. O evento conhecido como Guerra Miragem deflagrou-se a partir de então.
 
Enquanto este aprisionado, Mangara continuava observando magicamente tudo o que acontecia em Jamuraa. Ao ser libertado, ele já sabia de tudo o que havia ocorrido e sabia exatamente onde estava seu inimigo, teleportando-se imediatamente para o confronto definitivo contra seu carrasco. A fúria de Mangara é implacável e ele vence. No entanto, ao invés de matar Kaervek, este tem um destino muito mais amargo, sendo confinado na mesma Prisão de Âmbar que usara antigamente em Mangara.

 

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Sílex Golgothiano

 
O Sílex Golgothiano era um antigo e misterioso artefato, descrito como uma tigela grande feita de um metal semelhante ao cobre, com uma mensagem entalhada através de glifos que dizia "Use para purificar o mundo, para derrubar os impérios e para começar de novo".
 
Descoberto por Feldon na Geleira de Ronom durante a Guerra dos Irmãos, o Sílex atraiu figuras poderosas que desejavam colocar as mãos naquele item. Quando a cidade de Terasie foi sitiada por forças de Mishra, Feldon confiou a relíquia para sua esposa Loran, mas ela foi capturada e torturada por Ashnod, que trabalhava para Tawnos e que possibilitou que o Sílex chegasse até a posse de Urza.
  
Em Argoth, Urza ativou o dispositivo e o que se seguiu foi explosão violentíssima que desintegrou ambos os exércitos de Mishra e de Urza, bem como também alterou o clima de Dominária, arrastando o plano novamente a uma Era Glacial na qual poucas civilizações foram capazes de sobreviver.
 
Muito tempo depois da Guerra dos Irmãos, o planinauta Ravidel obteve o Sílex através de uma barganha com Ash Warlord Embereck na cidade submersa de Terasie após o período da Era do Gelo. Em Minorad, uma cidade-estado independente do continente de Corondor, houve uma reunião de cúpula de magos e planinautas que jurou proteger o mundo e seus habitantes para que aquele tipo de situação não voltasse a acontecer, criando assim um grupo chamado O Cume.
 
A ordem estabelecida foi perturbada pelo feiticeiro Ravidel, que ameaçou destruir o mundo com o Sílex caso algum dos membros do Cume interferisse em seus planos. Como líder, Kristina decidiu que a rendição era a melhor escolha, seguida por Embereck e todos os demais do grupo. Em seguida, Ravidel baniu todos magos de Minorad e a paz permaneceu durante quase 1.300 anos. No entanto, após quase treze séculos, Ravidel quebrou sua promessa e tornou a causar destruições pela cidade e imediações em uma busca frenética atrás das moxes afim de fazer a essência de seu mestre, Taysir, retornar à forma física.
 
Como Ravidel tornava-se cada vez mais imprevisível, houve uma grande preocupação acerca do Sílex ser novamente ativado. Por isso, Jared Carthalion e Kristina decidiram encontrar as Longas Adagas, uma dupla de facas mágicas que, uma vez ativadas em conjunto, poderiam criar um feitiço enferrujante poderoso o suficiente para destruir o Sílex. Quando as reuniram, Jared duelou com Ravidel no Precipício de Golthonor e, após a vitória, destruiu definitivamente o artefato.
 

sábado, 17 de janeiro de 2015

Edros


São chamadas de edros as pedras de formatos geométricos multifacetados originárias do plano de Zendikar que possuem uma energia mística capaz de agir em ressonância com magias e encantamentos. Sua aparência sempre é de uma estrutura simetricamente perfeita e com diversos entalhes ricamente ornamentados em sua superfície externa. As formas mais comuns são de octaedros (oito faces), cubos (seis faces) e piramidais (quatro faces), mas registros antigos falam sobre galerias subterrâneas onde podem ser encontradas em forma mais intrincada.
 
Os edros tratam-se de resquícios de uma civilização estranha e antiga que utilizava um poder arcano inimaginável e suficiente para suspender a gravidade, revoltar a própria terra e alterar a vida no plano para atingir seus objetivos. Mas há muito tempo essa civilização foi extinta por razões que poucos conhecem e, assim, esses fragmentos rochosos estão espalhados por todo o mundo de Zendikar. Alguns estão sob a terra, outros desgastando-se lentamente na superfície e os mais incríveis são aqueles que estão flutuando no céu. Essas ruínas e artefatos ainda emanam poder, embora a maioria dos habitantes do plano seja sábia o suficiente para evitar perturbá-los.
 
A planinauta Nahiri é a mais famosa em termos de manipulação da energia dos edros, tendo os empregado para confinar os Eldrazi com a ajuda de Sorin Markov e Ugin, além de refrear o poder da maldição do Véu Metálico quando Ob Nixilis procurou desesperadamente sua ajuda. No entanto, dizem as lendas que somente a mente dos Eldrazi consegue pensar no padrão distorcido necessário para abrir os edros e utilizar o poder no seu interior.
 
 

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Espada Sombria



A Espada Sombria é uma arma mística criada por Dakkon após a planinauta Geyadrone Dihada lhe prometer o poder de um deus em troca dela. Enquanto forjava a lâmina, Dakkon impregnou um encanto macabro nesta espada, que lhe conferir a habilidade de drenar a alma daqueles que pereceram perante ela. 

Geyadrone havia ensinado tal ritual para Dakkon, mas não contou seu real propósito. Assim, quando a Espada Sombria foi concluída, a planinauta-demônio apoderou-se do item e utilizou seu poder para tomar a alma do ferreiro. Mas o golpe derradeiro não aniquilou totalmente Dakkon, pois ao invés disso ele ascendeu como planinauta neste momento.

Mais tarde, a lâmina foi entregue à Sol'Kanar, uma força elemental da natureza corrompida pela magia negra de Geyadrone, para que ele empunhasse a arma enquanto conquistava Corondor. Porém, Dakkon conseguiu resgatar sua espada mais tarde, bem como sua alma.

Não se sabe o que aconteceu depois, mas especula-se que a Espada Sombria sobreviveu ao tempo e continuou fazendo parte de muitos eventos da história de Dominária. A última vez que ela foi vista, estava em posse de um morto-vivo chamado Korlash.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Etherium


Etherium é liga metálica infundida com éther encontrada no fragmento Esper do plano de Alara. De acordo com o mito, foi criata pela esfinge Crucius, consorte da lendária Sharuum. Desde que o material foi desenvolvido, os habitantes Esper passaram a substituir partes dos seus corpos por etherium. No entanto, pouco tempo depois de sua invenção, Crucius desapareceu e não deixou nenhuma explicaçao sobre como criar mais daquela matéria.

Os estoques de etherium são medidos em hastas e os estudiosos acreditam que sua composição inclui uma pedra vermelha chamada carmot, que existe apenas em outra parte de Alara, mais especificamente no fragmento Jund. Lá, o carmot recebe o nome de sangrite. Alguns acreditam que este tipo de cristal pontiagudo seja bafo de dragão concentrado. Outros acreditam que seja energia vital cristalizada.

Os magos e as esfinges de Esper tentaram controlar cada aspecto de seu ambiente (a flora, a fauna e até mesmo os céus) através do poder da liga mágica, mas seus estoques de etherium estão no fim. Agora que os fragmentos se fundiram, os esperianos planejam saquear os outros fragmentos em busca de carmot, mas precisam lutar contra as forças caóticas dos outros planos ao mesmo tempo. Os proféticos elfos e os sanguinários bárbaros parecem acreditar que Esper seja um grande campo esportivo. Enquanto isso, as castas de cavaleiros de Bant e os necromantes de Grixis ávidos por poder perceberam o potencial do etherium e desejam suas vantagens para uso próprio. Manipulada por Nicol Bolas, a seita de magos conhecida como os Caçadores de Carmot leva Esper exatamente ao tipo de conflito anárquico que sua sociedade despreza.

Tezzeret tornou-se um iniciado desta seita de magos chamada Caçadores de Carmot com o propósito de ter acesso ao Códice do Etherium, um tomo secreto que a seita alega ter sob seu poder. Quando penetrou no santuário dos Caçadores, ele descobriu verdades que os outros não queriam que soubesse, e encontrou-se aprisionado numa conspiração muito maior que ele.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Pergaminho do Dragão


O Pergaminho do Dragão é um artefato, contendo um obscuro feitiço chamado Sopro de Ugin (ou Lumespectro) e um mapa apontando uma localidade secreta do plano de Zendikar (mais tarde revelada como Olho de Ugin).

A planinauta Chandra Nalaar foi enganada pelo xamã Ramaz (também um planinauta) para roubá-lo do Santuário das Estrelas, um museu de itens místicos de grande valor, no plano Kephalai. Mas ela não resistiu e leu o conteúdo do pergaminho, descobrindo que ele era muito mais valioso do que Ramaz informara e por isso mudou de idéia a respeito de entregá-lo.

O Consórcio Infinito foi contratado para recuperar o pergaminho após a investidade da piromante e Jace Beleren foi designado para rastrear a ladra e depois apagar suas lembranças. Ele conseguiu encontrar Chandra em Regatha, onde ela estava estudando no mosteiro Keral Keep. Jace confrontou Chandra e após uma fácil vitória, partiu acreditando que havia completado sua missão. No entanto, a piromante tinha feito uma cópia do pergaminho com a ajuda de seus amigos escribas do mosteiro. 
  
Entretanto, o pergaminho possuía informações mais complexas do que meras palavras escritas. Ele está impregnado com magia e para obter a compreensão correta de todo seu conteúdo, era preciso ter o verdadeiro em mãos. Assim, Chandra volta para Kephalai para recapturá-lo. Mas dessa vez, após tomar posse do pergaminho, ela falha terrivelmente em sua fuga e causa uma enorme destruição do Santuário das Estrelas, bem como a inevitável morte de diversos ocupantes que estavam presentes. Tentando escapar dos guardas, ela encontrou um planinauta chamado Gideon Jura, que parecia, à primeira vista, querer ajudá-la. Porém, ele na verdade estava do lado dos soldados do Santuário das Estrelas e Chandra acabou capturada, sendo posteriormente torturada para que contasse onde estava o pergaminho, que havia desaparecido durante a catástrofe no Santurário.

Mais tarde, Gideon percebe o quão sádicos são os membros da milícia do Santuário e se arrepende de sua participação na captura da piromante. Para remediar a situação, ele auxilia Chandra para que ambos fujam daquele lugar. Ambos passam por diversas adversidades e quando Gideon passa a confiar na garota, ele lhe revela uma informação preciosa: a origem do pergaminho é o plano de Zendikar. 

Unindo as informações contidas na cópia do pergaminho que Chandra possuía com tudo que ela decifrou pouco antes de tentar fugir do Santuário das Estrelas, Chandra sabia que no mundo de Zendikar ela encontraria as respostas que faltavam. Entrementes, o que ela achava que seria apenas uma jornada em busca dos segredos do Sopro de Ugin, na verdade se tornou um evento cataclísmico outrora denominado Despertar dos Eldrazi.
  

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

O Véu Metálico


O Véu Metálico é um poderoso artefato ancestral que a planinauta Liliana Vess encontrou em uma tumba abandonada em Shandalar, conforme instruções dadas pelo demônio Kothophed. Quando coloca o Véu sobre sua face, Liliana obtém acesso à poderes sombrios e devastadores. Foi através destas forças sinistras que ela conseguiu eliminar Kothophed e Griselbrand, bem como derrotar Garruk e o amaldiçoar. Contudo, lidar com um poder tão antigo e maligno demanda um preço. Assim, conforme Liliana o veste, ela fica cada vez mais próxima de sucumbir perante as forças mais perigosas que habitam as trevas.
 

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Helvault

O Helvault é uma prisão mística que está localizada no pátio da sede da Igreja, próximo à borda de um penhasco com vista para o mar, na Cidade Alta de Thraben. Depois de Avacyn, ele é o maior símbolo de adoração que existe em Innistrad.

Avacyn foi quem descobriu que o combate contra as forças infernais tinha um grande fator de deseqüilíbrio: cada vez que um demônio era morto em combate, ele reaparecia pouco tempo depois em algum ponto distante do mundo. Sendo assim, embora os vampiros alegassem ser imortais, a verdade é que os verdadeiros detentores de tal título deveriam ser os demônios. Mas o arcanjo não descansou enquanto não encontrou uma forma de derrotar definitivamente seus adversários. Dessa forma, surgiram o Colar de Prata e o Helvault.

A solução de Avacyn para impedir a eterna ressurreição dos demônios derrotados foi bastante simples: "O que não pode ser destruído deve ser exilado". Ela forjou um colar que serviria como algemas e um receptáculo gigantesco que serviria como prisão, ambos moldados em prata pura. Um por um dos demônios capturados pelos exércitos angelicais de Avacyn era algemado com o colar e despachado para dentro do casulo sagrado batizado como Helvaul. O Colar de Prata tornou-se o símbolo da Igreja de Avacyn, empunhado constantemente pelos sacerdotes e cátaros.

O que ninguém sabe é que Griselbrand, um poderoso arqui-demônio e figura central do culto secreto conhecido como o Skirsdag, havia colocado em prática um plano sem precedentes e extremamente ousado para derrotar Avacyn: ele se dirigiu para o local mais santo da sede da Igreja em Thraben, sob a lua cheia, e desafiou o arcanjo para um combate ali mesmo, no jardim em frente ao Helvault. A luta perdurou um longo período e apenas um punhados de clérigos, juntamento com o lunarca Mikaeus, testemunharam-na. Por fim, em um ato de esforço desesperado, AVacyn usou todo o restante de suas forças para conduzir Griselbrand para o interior do Helvaut. Mas o poderoso demônio alcançou o arcanjo com sua lança antes de ser tragado, transpassando seu coração e arrastando-o consigo para dentro da prisão de prata.

Entretanto, o Helvault foi criado para ter o propósito de confinamento, ou seja, Avacyn o modelou para que a passagem foi apenas em um sentido: o de entrada. Por isso, nenhum dos demônios e nem o próprio arcanjo são capazes de romper o recepiente místico para escaparem através de suas forças. Os clérigos que testemunharam seu destino ficaram aterrorizados e, devido ao ocorrido, não sabiam o que fazer. Eles não podiam contar a verdade para o povo, pois isso poderia destruir sua fé e até mesmo a própria Igreja. Assim, para evitar pânico em massa, o sacerdote Mikaeus fez os padres que haviam contemplado tal tragédia jurar segredo absoluto.