quinta-feira, 14 de março de 2013

Aurélia


A líder atual da Legião Boros é Aurélia, um arcanjo feroz que ascendeu na hierarquia da guida. Após a morte de Razia, fundadora dos Boros, e o fracasso organizacional de Pluma, anjo que assumiu o posto depois da parun, a comandante de guerra Aurélia desafiou a liderança de Pluma. Aurélia argumentou que um anjo em desgraça não podia possuir a autoridade nem o respeito necessários, e muitos concordaram. Aurélia rapidamente humilhou e calou os que não a apoiavam, e logo tomou o controle da guilda. Enquanto Razia era mais uma figura pública, distante e intocável, Aurélia é uma líder ativa e enérgica, que está diretamente envolvida com seus subordinados. Ela inspirou os Boros a adotarem seus ideais apaixonados e agir para colocá-los em prática.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Pluma


Pluma é um anjo Cabeleira de Fogo integrante da Legião Boros que passou muito tempo como parceira de Agrus Kos. Ela foi colocada na Liga de Wojek por razões não reveladas e suas asas estavam imobilizadas até que seus trabalho junto dos Wojeks fosse considerado satisfatório.

Após o confronto dos anjos Boros com o exército espectral formado por Szadek e a consequente morte de Razia, Kos decidiu libertar suas asas. Ela ainda se considerava indigna, mas o veterano Wojek a convenceu da importância de não desistir de um ideal mesmo quando tudo parecesse desfavorável ao seu redor. Sendo assim, ela se reergueu e consertou Parélio das avarias causadas no combate para que pudesse alcançar vôo novamente.

Quando ela regressou para o Décimo Distrito, assumiu a liderança da guilda temporariamente para tentar manter o bom nome da parun Razia. No entanto, Pluma não possuía o conhecimento necessário para guiar as forças da Legião e seu mandato como líder da guilda foi desafiado por Aurélia, que acreditava que nenhum anjo desonrado tinha o direito de governar.

Uma verdadeira cruzada religiosa se iniciou contra Pluma e, no final, ela cedeu. Seu destino foi o confinamento em uma esfera de detenção na Morada do Sol por tempo indeterminado. No entanto, ela foi libertada durante uma operação secreta realizada por Krenko, mas não se sabe se conseguiu fugir ou se foi capturada novamente.

De qualquer forma, sabe-se que Pluma estava satisfeita por ter feito o seu melhor e auxiliado Agrus Kos a zingrar pelos céus de Ravnica com o Parélio para impedir os planos da lei marcial de Augustin IV.


terça-feira, 12 de março de 2013

Jarad


Jarad Vod Salvo é um elfo que se transformou em um lich, além de ser o atual líder do Enxame Golgari. Junto de sua irmã, Savra, ele desempenhou um papel importante durante a Insurreição em Ravnica, bem como aceitou a proposta do novo pacto entre as guildas proposto por Teysa.

Ele possuía o posto de Caçador Mestre entre os elfos devkarin, sendo considerado o melhor rastreador do Submundo. No entanto, ele desconhecia a aliança entre sua irmã e parun Dimir. Quando Savra lhe confidenciou o plano de libertar e trair Svoghtir para que ela própria assumisse a liderança dos Golgari, Jarad se opôs à ela.

Tentando se afastar desta trama, ele passou um longo tempo longe do Submundo. Porém, a notícia da morte de Savra pelas mãos de Szadek lhe encheu de ressentimentos e Jarad retornou e propôs uma aliança à Agrus Kos. Após derrotar todos os desafiantes, ele assumiu a liderança da guilda e se casou com Fonn Zunnich, com quem ele teve um filho.

Doze anos mais tarde, Jarad é morto pela cultista de Rakdos, Izolda, ao tentar resgatar seu filho, Myc Savo Zunich, das garras da bruxa sanguinária. Contudo, Jarad mostrou-se exímio nas artes necromânticas e foi o único ser em toda a história da guilda que conseguiu repetir a façanha de Svogthir de se tornar um lich.

Ele mantém seu poder, abafando sem misericórdia qualquer sinal de motim ou deserção dos integrantes Golgari. Ele aguarda a hora certa, sabendo que o mundo da superfície esta sofrendo sem a estrutura e suporte organizacional das guildas.



segunda-feira, 11 de março de 2013

Liga Wojek


Razia e a Legião Boros lançaram-se em batalhas muitas vezes sangrentas (sendo a maior delas já conhecida contra o parun Gruul, Cisarzim) em nome de sua causa apaixonada, até a convocação do Pacto das Guildas. A esta altura toda Ravnica ja conhecia e temia o nome Boros. Devido ao incrivel poder bélico e forte senso de justiça da guilda, à Legião de Boros foi designada a responsabilidade de exercer o controle sobre aqueles que quebrassem o Pacto das Guildas. Em outras palavras, eles teriam que punir os infratores das leis de Ravnica – levando a justiça até eles.

A Liga dos Wojek então foi criada como uma equipe especial que desenpenharia este papel. Os Wojek representam as forças armadas de Ravnica. São eles que patrulham as ruas e colocam a "mão na massa” quando alguma medida deve ser tomada. Mas não se deve deixar enganar pelos seus ideais moralistas. A guilda Boros, com freqüencia, lançou-se em batalhas que seguiam sua própria agenda, mesmo que aleguassem estarem no cumprimento de suas responsabilidades.

Se os Azorius são o poder legislativo de Ravnica, então a Legião de Boros é o poder executivo. Eles são designados a manter a ordem e sustentar o cumprimento das leis feitas ambos pelo Pacto das Guildas e pelos Azorius. Mas na prática eles tendem a impor qualquer lei que acham que devem impor, para não mencionar algumas que nem existem,  exceto ser em seus corações e em suas mentes. A divisão especial Wojek da Legião de Boros é constituída de os soldados engajados na proteção dos cidadãos de Ravnica; cada distrito tem uma guarnição da Wojek para protege-la e aplicar a lei.

O membro mais notório da Liga dos Wojek é o tenente Agrus Kos, que impediu uma guerra civil envolvendo todas as dez guildas de Ravnica ao frustar os planos de Szadek e Augustin IV.

sábado, 9 de março de 2013

Irmãs da Morte Petrificante


As Irmãs da Morte Petrificante eram um quinteto de górgonas que lideraram o Enxame Golgari durante um milênio. Porém, após os eventos da Insurreição, apenas uma delas sobreviveu.

Elas serviam ao parun da guilda, Svogthir, mas sua ambição por poder as levou à desafiar o lich pela liderança dos Golgari. Como resultado da batalha, o necromante matou duas górgonas antes do seu corpo ser apodrecido e petrificado. No entanto, como ele era um lich e não podia ser destruído, sua cabeça foi separada do corpo e trancada em uma tumba oculta chamada Svogthos.

As três irmãs remanescentes (Lexya, Lydya e Ludmilla) passaram a comandar a guilda e mantiveram o funcionamento do trabalho dos membros de acordo com as normas do Pacto das Guildas.

O parun permaneceu aprisionado até a data de comemoração do Decamillenial, quando a matka dos elfos devkrain Savra o libertou e restaurou seu corpo para que pudesse se vingar das Irmãs. Durante o novo embate, Svogthir matou outras duas irmãs das três que haviam restado. Porém, quando a vitória estava clara, Savra se mostrou uma traidora. Ela não havia contado que o corpo que havia reerguido para o lich não possuía força suficiente para manter-se em uso por mais do que alguns momentos. Dessa forma, ele se desmantelou novamente em um pilha de pedaços de carne putrefata e Savra colocou sua cabeça em seu cetro, proclamando-se a nova líder da guilda.

Ludmilla, a única Irmã remanescente, reuniu alguns de seus capatazes que a admiravam e tentou iniciar uma rebelião no centro de Ravnica. Porém, sua iniciativa foi impedida pelos Wojek sob a liderança de Pluma (que estava no comando da Legião Boros após a morte da parun Razia). Seus asseclas foram aniquilados e a górgona foi poupada, mas banida da megalópole.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Svogthir


Svogthir é um poderoso feiticeiro que realizou um ritual para se tornar um lich. Além disso, ele foi o parun do Enxame Golgari em Ravnica.

Antes do Pacto das Guildas ser assinado, Svogthir já possuía um exército de elfos e mortos-vivos que o veneravam como mentor. Assim como Razia e Cisarzim, ele esteve envolvido em inúmeras disputas pelo controle da megalópole até que Szadek propôs o acordo para encerrar as guerras. Satisfeito por sua parte nos domínios, Svogthir transformou suas legiões em uma parte indispensável para a sobrevivência dos cidadãos de Ravnica, realizando as tarefas fétidas que ninguém mais tinha interesse em fazer.

Praticante da necromancia, sua ambição o levou a conduzir um perigoso rito de imortalidade que resultou em sua transmorfação em um lich. Em seguida, ele começou a substituir partes de seu corpo por formas de vida vegetal e verminosas com o intuito de aperfeiçoar-se.

Mil anos antes do Decamillenial, o quinteto de górgonas conhecido como Irmãs da Morte Petrificante, que eram suas assistentes de maior confiança, rebelaram-se contra Svogthir e o desafiaram pela liderança do Enxame. Como resultado da batalha, o necromante matou duas górgonas antes do seu corpo ser apodrecido e petrificado. No entanto, como ele era um lich e não podia ser destruído, sua cabeça foi separada do corpo e trancada em uma tumba oculta chamada Svogthos.

O parun permaneceu aprisionado até a data de comemoração do Decamillenial, quando a matka dos elfos devkrain Savra o libertou e restaurou seu corpo para que pudesse se vingar das Irmãs. Durante o novo embate, Svogthir matou outras duas irmãs das três que haviam restado. Porém, quando a vitória estava clara, Savra se mostrou uma traidora. Ela não havia contado que o corpo que havia reerguido para o lich não possuía força suficiente para manter-se em uso por mais do que alguns momentos. Dessa forma, ele se desmantelou novamente em um pilha de pedaços de carne putrefata e Savra colocou sua cabeça em seu cetro, proclamando-se a nova líder da guilda.

Depois que Savra foi morta por Szadek, Svogthir apossou-se do corpo dela e se aliou à Momir Vig na esperança de destruir os cidadãos imperfeitos de Ravnica através do Experimento Kraj. No entanto, poucos segundos após a ativação do Kraj, Vig foi morto pelo espírito de Agrus Kos. Sem uma inteligência superior para guiá-lo, Kraj continuou cego, guiando-se instintivamente e causando alvoroço na cidade. Após sua ativação, Kraj começou a chamar e absorver todo o citoplasto em Ravnica, assim incapacitando, mutilando e matando todos aqueles que usavam o bio-melhoramento Simic. Cada pedaço de citoplasto em todo o mundo rasgou-se livre e voou para Kraj. Seu corpo chegou a tais proporções que mesmo Novijen (o lugar onde o experimento manteve-se desativado) foi capaz de suportar o crescimento do mosntro. Nesse meio tempo, Svogthir desapareu e nunca mais foi visto desde então.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Szadek


Szadek é um vampiro-espectral de poderes psíquicos e parun da Casa Dimir em Ravnica. Ele foi o cérebro por trás do Pacto das Guildas e da trama para destruí-la durante o Decamillenial.

Quando a guerra interminável entre diferentes facções dos habitantes de Ravnica teve um momento de pausa, Szadek se reuniu com outros poderosos líderes e propôs o Pacto. Assim, sob a alcunha de Guildas, cada grupo teria oficialmente obrigações em troca de liberdade dentro de seus domínios. No entanto, uma cláusula intrigante foi adicionada a pedido do próprio vampiro: a presença e o envolvimento de Szadek com os paruns deveria ser totalmente secreta. Nenhum dos paruns, nem mesmo o próprio vampiro, poderiam tornar a Casa Dimir pública, senão o Pacto seria desfeito.

No entanto, esta parte do acordo era apenas uma forma de esconder a verdadeira função dos Dimir para o Pacto. Quando o documento foi assinado, Szadek foi indiretamente incubido de quebrá-lo um dia. O motivo disso era deixar a própria magia do Pacto das Guildas mais poderosa, pois uma vez que houvesse uma guilda que se opusesse ao acordo, as demais poderiam se unir para combatê-la, e assim a necessidade do Pacto das Guildas perpetuaria. Isso criou um paradoxo na estrutura do Pacto das Guildas que acabaria por permitir que ele fosse tão poderoso que nem mesmo os paruns poderiam desfazê-lo por mero capricho.

Dessa forma, a Casa Dimir nunca existiu oficialmente. A população geralmente acreditava que apenas nove guildas existiam e que, se um dia houve uma décima, esta dissolveu-se há milhares de anos. O nome Dimir manteu-se desconhecido pela maioria das pessoas e aqueles que o conhecem acreditam que ele seja um mito, uma história para crianças ou uma teoria da conspiração paranóica.

Szadek possuía um plano para tentar controlar Ravnica e, para realizá-lo, em determinado momento ele pretendia quebrar o Pacto das Guildas. Por milênios ele organizou tudo para que culminasse em uma grandiosa vitória que ocorreria durante o festival do Decamillenial. Através de uma aliança com a elfa devkarin Savra, que desejava libertar Svogthir (o parun da guilda Golgari) para que ele derrotasse as Irmãs da Morte Petrificante que haviam aprisionado-o e lideravam o Enxame Golgari no momento, Szadek garantiu que seu estratagema funcionasse. Assim que ele prometeu ajudá-la confidenciando a maneira de trazer o antigo parun de volta de sua forma de pedra (cortesia da górgonas), Savra tornou-se uma assecla do vampiro. O próximo passo foi manipular o interior da Legião Boros, fazendo com que diversos cargos de chefia fossem ocupados por asseclas de sua confiança. Em seguida, ele também forjou uma aliança com o Conclave Selesnya e indicou a própria Savra para fazer parte do Coral do Conclave. Era um jeito muito astuto de adentrar em Vitu-Ghazi e se aproximar de Mat'Selesnya, o parun da guilda.

No momento do Decamillennial, Szadek tomaria o controle do Conclave Selesnya (a força oficialmente oposta à ele segundo) afim de impedir que a canção da Convocação fosse realizada pelo Coral do Conclave. Em seguida ele mataria Mat’Selesnya e destruiria definitivamente o Pacto das Guildas. Enquanto isso, a ambiciosa Savra finalmente ajustou suas contas com o trono Golgari. Conforme prometido por Szadek, ela encontro o corpo petrificado de Svogthir e devolveu-lhe a vida para a ajudá-la a derrubar as Irmãs que o aprisionaram. Em seguida, Savra usou magia matka antiga para abater Svogthir e retirar seu espírito, aprisionando-o em seu cetro, para em seguida proclamar-se a nova Rainha dos Golgari. Mais tarde, na noite do Decamillennial Savra se infiltrou no Conclave Selesnya  e tentou toma-lo também, mas Szadek a traíu e matou.

Porém, Szadek acabou sendo impedido por um tenente Wojek, chamado Agrus Kos, que capturou e prendeu o vampiro por crimes contra o Pacto das Guildas. Mas Mat’Selesnya ficou bastante debilitada após o episódio. O veterano tenente também descobriu o plano do mestre da guilda Azorius, Augustin IV, que ansiava destruir o Pacto para governar Ravnica. Agrus lentamente foi desvendando os mistérios com uma investigação insistente e participando voluntariamente das tarefas emitidas por Augustin durante todo o tempo para se manter próximo do inimigo.

Com a magia do Pacto começando a ruir, Augustin visitou Szadek em sua cela no Senado Azorius e frustou os planos do vampiro retirando-lhe a alma do corpo e a enviando para o distrito Agyrem (local onde as almas dos mortos eram destinados na cidade). Porém, mais uma vez, Szadek antecipou este movimento e, quando sua alma chegou em Agyrem, seu plano final teve início. Ele acumulou um grande exército espectral, reunindo grande parte dos espíritos desgarrados sob sua bandeira e preparava-se para uma investida aberta contra as demais guildas.

Entretanto, após derrotar a parun Boros em um confronto aberto no distrito fantasma, Szadek foi capturado pelo agora espírito de Agrus Kos, que o prendeu com um “aterrador” (um equipamento feito para capturar espíritos). Sabendo dos planos ditatoriais de Augustin, Kos assumiu o controle do Parélio e partiu para Pravh, o distrito Azoriu onde os senadores estavam reunidos. O falecido tenente forçou a embarcação angelical a se colidir com o Senado, causando centenas de mortes dentre os azorius. Augustin IV ainda estava vivo e tentava encontrar uma rota de fuga, mas Agrus Kos o surpreendeu mais uma vez, ouvindo o avanço de tropas lideradas por Teysa, que havia se unido ao tenente para dar um um fim àquela insurreição. Enquanto Augustin tenta argumentar, Kos arremessa o "aterrador" em sua direção, de forma a quebrá-lo e libertar o espírito capturado de Szadek. Enfurecido e ansioso por vingança, o vampiro destruiu o corpo e devorou a alma do árbitro-mor.

Após a dissolução do Pacto das Guildas, o parun Szadek é banido definitivamente para Agyrem. A guilda Dimir é considerada destruída e é omitida do novo pacto não-mágico criado por Teysa. Com a ausência do vampiro, a Casa Dimir esteve próxima do desaparecimento. Alguns membros desertaram para outras alianças ou simplesmente regressaram para a população comum da megalópole.

No entanto, emerge um misterioso novo mestre da guilda, Lazav. Sua inteligência e ambição criaram uma nova rede Dimir. Lazav tirou vantagem da derrota de Szadek e fez com que sua posição em Ravnica se torna-se notória. Através de uma série de inescrupulosos disfarces, ele afirma ter descoberto meios mágicos que lhe permitem ter comunicação direta com o espírito desvanecido do vampiro. Obviamente muitos duvidam de Lazav, mas quando ele começa a contar histórias ancestrais sobre Ravnica com tamanha veracidade que somente alguém tão antigo quanto o próprio Szadek seria capaz de ter conhecimento, a crença nas suas palavras começa a crescer.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Lazav

Lazav é o atual líder da Casa Dimir. Ninguém sabe sua origem, apenas especulam que seja alguém que não é quem realmente ele diz ser. O metamorfo é singularmente qualificado para ser o líder da guilda: ele (ou ela... ou aquilo...) é um mago cuja misteriosa genialidade se mistura com a capacidade telepática de gerir toda a rede informações secretas dos Dimir, bem como é capaz de assumir uma grande variedade de disfarces conforme suas necessidades e seus planos exigem, podendo sair nas ruas de Ravnica como uma velha viúva para ouvir conversas no bazar, transformar-se num hussardo vedalkeano para passar por um posto de verificação ou se metamorfosear em um comerciante da Rua do Estanho para enganar um nobre em uma negociação. Alguns agentes acreditam que Lazav trama contra Niv-Mizzet para descobrir os objetivos finais ocultos do dragão e distorcê-los segundo seus próprios propósitos.

No final da Insurreição em Ravnica, o ex-líder Szadek foi quase completamente destruído: seu corpo físico foi morto e seu espírito foi banido para o distrito fantasmagórico de Agyrem. Com a ausência do vampiro, a Cada Dimir esteve próxima do desaparecimento. Alguns membros desertaram para outras alianças ou simplesmente regressaram para a população comum da megalópole.

No entanto, Lazav tirou vantagem da derrota de Szadek e fez com que sua posição em Ravnica se torna-se notória. Através de uma série de inescrupulosos disfarces, ele afirma ter descoberto meios mágicos que lhe permitem ter comunicação direta com o espírito desvanecido do vampiro. Obviamente muitos duvidam de Lazav, mas quando ele começa a contar histórias ancestrais sobre Ravnica com tamanha veracidade que somente alguém tão antigo quanto o próprio Szadek seria capaz de ter conhecimento, a crença nas suas palavras começa a crescer.

Após o ritual que supostamente interligou a mente de Lazav com a de Szadek, especula-se que as memórias residuais do vampiro ancião adentraram tão profundamente em seu subconsciente que o mago metamorfo tornou-se errático e mais enigmático do que nunca, como se estivesse ocultando algum esquema intricado. Porém, como são poucas pessoas que tem acesso à ele, é muito difícil dizer o quanto essa interligação afetou sua mente. Alguns agentes Dimir afirmam ter ouvido sussuros de Lazav em suas mentes, enquanto outros apavoram-se com lembranças passadas envolvendo o mago que não estavam em suas mentes anteriormente. Dessa forma, acredita-se que ele seja capaz de criar vínculos tênues entre a psique de qualquer membro da guilda, seja no passado ou no presente, entre vivos e mortos.

terça-feira, 5 de março de 2013

Borborigmo


Embora nenhum líder de clã dos Gruul jamais tenha conseguido dominar nem unificar todos os clãs, um nome é dito em tom de reverência: Borborigmo. Um ciclope incomumente gigantesco e selvagem líder do Clã da Árvore Flamejante, diz-se que Borborigmo "transforma os inimigos em pasta e usa a pasta para polir as botas". Borborigmo defendeu sua posição como líder de clã mais poderoso dos Gruul por várias décadas, e já matou muitos novatos arrogantes. Existem também rumores de que ele seja um descendente do parun dos Gruul, Cisarzim. Porém, embora ainda seja um guerreiro extraordinário, Borborigmo começa a mostrar sinais da idade avançada. Os desafios a sua liderança se tornaram mais frequentes, e suas vitórias, cada vez mais apertadas.  Talvez seja esse fato, ou quem sabe apenas a vontade crescente de destruir o mundo civilizado, que faça com que ele tenha se tornado mais enfurecido do que nunca.

Parélio


Dentro das muralhas da Legião Boros, os anjos são considerados encarnações do espírito de justiça e vingança. Eles são os membros mais poderosos da guilda. Razia, a fundadora, criou todos os outros anjos Boros como clones, reflexos ou cópias de si mesma. Os anjos de Boros não possuem necessidade de beber, comer ou dormir. Eles têm grande força, um forte senso de dever e moralidade, além de serem incapazes de mentir. Os anjos podem ouvir um pessoa chamando seu nome em qualquer lugar de Ravnica.

Todos viviam em um salão flutuante entre as nuvens chamado Parélio, localizado no alto da megalópole, contruído com a tecnologia antiga dos planinautas que outrora visitaram Ravnica e o projetaram para ser capaz de se deslocar para qualquer lugar que existisse com o objetivo de pesquisar a natureza do Multiverso. No entanto, permaneceu milhares de anos desativado e utilizado como residência pelas falanges angelicais lideradas por Razia, a parun da Legião Boros. Em tempos de guerra, o Parélio pode descer dos céus e atracar na Morada do Sol, de modo a permitir que tropas mortais adentrem em seu interior.

Até onde se sabe, a maioria dos anjos Boros, incluindo Razia, foram mortos na época da Insurreição pelo fantasma de Szadek e seu exército de espectros. Porém, entre durante esta batalha, o tenente Agrus Kos também faleceu e seu espírito capturou o vampiro e depois pilotou o Parélio reparado pelo anjo Pluma, utilizando-o como uma colossal arma, que literalmente foi arremessada sobre a sede do Senado Azorius.